Setor produtivo de São Francisco de Itabapoana cresce em meio à crise

A crise econômica abalou o pais inteiro, mas certamente há estados e municípios que a sentiram com menor intensidade, caso de São Francisco de Itabapoana (RJ). Para quem dúvida basta dar um pulo principalmente na área central da cidade, mas precisamente na Avenida Vereador Edenites da Silva Viana, onde proliferam a quantidade de lojas, mais de 200, e agências bancárias. Só bancos são sete no Centro e duas cooperativas de crédito no interior do município de mais de 40 mil moradores.

Recentemente a cooperativa de crédito Sicoob Sul inaugurou sua segunda agência no município, uma atende no distrito de Travessão de Barra e outra funciona no Centro. Já Sicoob Fluminense tem filiais no distrito de Praça João Pessoa e no Centro. Mas há também agências da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Itaú, Santander e Bradesco, as cinco na área central de São Francisco de Itabapoana.

De acordo com o diretor da Sicoob Fluminense, Neilton Ribeiro, São Francisco não é uma praça sem recursos, e a agricultura é forte. “São duas agências bem sólidas”, destacou o diretor da Sicoob Fluminense se referindo as agências da cooperativa de crédito na área central do município e no distrito de Praça João Pessoa.

“O setor empresarial sentiu menos a crise. Nesse período não chegou a ter uma evolução, mas também não tivemos perdas muito consideráveis”, observou o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de São Francisco, José Wellington. De acordo com ele, somente na área central do município as mais de 200 lojas geram em torno de 1 mil postos de trabalho. O comércio chegou ainda a Gaugau e Travessão de Barra.

O dirigente lojista tem uma explicação para o que parece ser um milagre em meio a uma grave crise econômica nacional. Ele conta que além de um comércio forte, que inclui cinco supermercados, a agropecuária, a piscicultura e a pesca têm participação considerável no fomento da economia local. “Temos diferentes culturas durante o ano, maracujá, manga, e outras. Com isso os recursos não param”, diz o presidente da CDL.

 

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