Queda na receita de royalties desde 2014 chega a 70%

*Reprodução: Blog do José Alves Neto

http://blogdojosealvesneto.blogspot.com.br/2017/05/arrecadacao-dos-royalties-e-das.html

QUEDA DA ARRECADAÇÃO DOS ROYALTIES E DAS PARTICIPAÇÕES ESPECIAS DOS PRINCIPAIS MUNICÍPIOS PETRORRENTISTAS DE 2016/2014 ATINGE SETENTA PORCENTO EXCETO A DE MACAÉ

ARRECADAÇÃO DOS ROYALTIES E DAS PARTICIPAÇÕES

ESPECIAS DE 2014 A 2016 DOS MUNICÍPIOS DE CAMPOS, MACAÉ, R. DAS OSTRAS E S. JOÃO DA BARRA – VALORES REAIS INPC (IBGE)

O gráfico acima retrata o cenário dos repasses das indenizações, dos royalties e das participações especiais, decorrentes da extração do petróleo dos principais municípios produtores da bacia petrolífera de Campos dos anos de 2014, de 2015 e de 2016.

Relevante estabelecer nesta análise o ano de 2014 como parâmetro de comparação em relação aos demais, devido a sua particularidade em relação ao valor do barril do petróleo. Refere-se ao último ano, em que o barril no mercado internacional, se encontrava ainda com o preço médio no patamar de 100 dólares. Esta conjuntura alvissareira se alterou, logo, a partir de janeiro do ano de 2015.

Por conta deste fenômeno mercadológico os impactos negativos nos respectivos caixas das prefeituras dos municípios petrorrentistas foram significativos. A redução das rendas petrolíferas afetou diretamente os negócios das economias destas cidades. Como pode se observar hoje na prática. Vários estabelecimentos comercias fechados ou sendo alugados.

A guisa de esclarecimento importa destacar, o município de Campos, teve uma queda de arrecadação de 2016 em relação ao exercício financeiro de 2014 de 77, 82%. O município de Macaé a redução resultou no período de 2016 em relação ao de 2014 em 55,99%. No município de Rio das Ostras e no de São João da Barra, as perdas atingiram respectivamente o percentual de 77,38% e de 71,57%.

O cenário que se apresenta atualmente aos gestores públicos municipais, cuja posse ocorreu em janeiro do ano de 2017, exigirá por parte deles, muita prudência e austeridade fiscal no que tange aos gastos públicos. A escassez de recursos financeiros constitui uma dura e triste realidade a ser enfrentada por suas administrações. Infelizmente!

*Reprodução: Blog do José Alves Neto

 

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