Maracujá volta a dar frutos em São Francisco de Itabapoana

O auge foi em 1998, mas até o início dos anos 2000 o maracujá era a principal cultura no município de São Francisco de Itabapoana (RJ), só que a Broca do Caule, uma praga difícil de controlar, praticamente exterminou as lavouras. Com isso a maioria dos produtores buscou em outras frutas como o abacaxi e mais recentemente a manga, uma alternativa de renda. No entanto o maracujá voltou a dar o ar de sua graça e anualmente já estão saindo das lavouras, cerca de 2.500 toneladas do fruto.

Segundo o supervisor da Emater local, João Henrique das Posses, são em torno de 100 pequenos produtores e pelo menos 200 hectares plantados, a maioria das lavoras está localizada no distrito de Praça João Pessoa. A cada ano o faturamento somado dos produtores gira em torno de R$ 450 mil. “A produção do maracujá havia praticamente zerado. Mas a situação vem sendo transformado e hoje já é bastante expressivo”, destacou ele.

Oitenta por cento da produção de maracujá que sai das lavoras do município vai parar direto no Ceasa/RJ. Os 20% restantes têm como destino o consumo interno e cidades vizinhas.  O tamanho da produção voltar a ser como a mais ou menos 15 anos, quando alcançava quase 6 mil hectares, o supervisor da Emater não acredita. “Outras culturas entraram e se firmaram. Mas o maracujá está de volta”, comemora João Henrique.

Técnica combate a praga

No início dos anos 2000 São Francisco de Itabapoana liderava a produção de maracujá no Estado do Rio de Janeiro, ocupava uma área plantada que girava em torno de 6 mil hectares, a safra começa em novembro e prossegue até junho. Porém uma praga praticamente acabou com o fruto no município. Para recuperar as lavouras a Secretaria Municipal de Agricultura desenvolveu um estudo que conseguiu combater a ação da praga no maracujá que aos poucos volta a florescer,

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