Tributarista vê distorções no Código Tributário em encontro com empresários na CDL

O advogado tributarista Carlos Alexandre Azevedo, esteve na noite da última segunda-feira (11), na Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), de Campos, para esclarecer pontos do novo Código Tributário do município, cuja Audiência Pública foi nesta quarta-feira (13), na Câmara de Vereadores. No debate, os comerciantes deixaram claro que não suportam reajuste de carga tributária em nenhum nível.

Além do presidente da CDL, Joilson Barcelos, participaram da reunião o presidente do Sindicato do Comércio Varejista, Roberto Viana; o presidente da Associação Comercial e Industrial de Campos (Acic), José Luiz Escocard; o presidente representação da regional da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Fernando Aguiar; e o presidente da Associação de Comerciantes e Amigos da Rua João Pessoa e Adjacências (Carjopa), João Waked Filho; além do presidente da Federação das CDLs do Rio de Janeiro, Marcelo Mérida. Além do advogado tributarista contratado pela CDL, também participou da reunião o secretário de fazenda, Leonardo Wigand.

O procurador do Município, José Paes Neto, acompanhou o secretário de Fazenda. O presidente da Câmara Municipal de Campos, Marcão Gomes, e os vereadores Cláudio Andrade, Neném, Frederico Machado e Genásio estiveram presentes no encontro.

De um modo geral, todos concordaram que na audiência pública da última quarta-feira (13) poderia ser iniciado um processo final de calibragem no que diz respeito a reajustes previstos no Código Tributário. Carlos Alexandre discorreu sobre o tema, afirmando que é preciso mais tempo para discutir essa questão. Segundo ele, o assunto é técnico e político. Ele viu incorreção em reajustes de diversas taxas.

Marcelo Mérida disse que o empresariado campista não tem como pagar mais um centavo de tributo. “A capacidade contributiva dos empresários se esgotou”, pontuou o presidente da Federação das CDLs.

Um levantamento realizado pela CDL Campos foi exibido durante a reunião revelando um devastador efeito da crise sobre o comércio que levou cerca de 700 estabelecimentos comerciais de vários segmentos a fecharem as portas em Campos e a perda de 2.100 postos de trabalho.

*Fonte: Assessoria CDL Campos

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