Ceasa Norte Fluminense poderá voltar a funcionar em Campos

Após mais de 15 anos desativada, a antiga Unidade da Ceasa em Campos poderá ser reativada. Adquirida por R$ 23 milhões pela Prefeitura de Campos ao final da gestão da Prefeita Rosinha Garotinho, a extensa área de cinco alqueires (cerca de 250 mil metros quadrados) que abrigou a Ceasa (Centrais Estaduais de Abastecimento) poderá ser reativada agora na gestão Rafael Diniz através de parceria entre as Prefeituras de Campos, Quissamã, São João da Barra,São Francisco de Itabapoana, Cardoso Moreira e o Governo do Estado do Rio. A Centrais de Abastecimemnto são empresas estatais ou de capital misto destinadas a promover, desenvolver, regular, dinamizar e organizar a comercialização de produtos da hortifruticultura a nível de atacado em âmbito regional.

Além de abrigar o Ceasa Regional Norte Fluminens – para venda de hortigranjeiros no atacado – a Prefeitura de Campos também pretende instalar no local uma Central do Programa Merenda Escolar, que contemplará os pequenos produtores rurais e agricultores da agricultura familiar inseridos no programa que compra alimentos diretamente do campo para as escolas e creches da rede municipal.

Já foram iniciadas gestões políticas no sentido de reativar o antigo empório para beneficiar os produtores rurais e os proprietários de supermercados, mercadinhos, restaurantes, estabelecimentos de hortifrutis e congêneres da região. De acordo com informações do superintendente de Agricultura de Campos, Nildo Cardoso, com o aval do prefeito, já foram iniciados entendimentos com autoridades dos municípios da região e governo do Estado para viabilizar a reativação do Ceasa na grande área estratégica que funciona no bairro de Guarus, ao lado da BR-101.

“É intenção do atual governo reativar o Ceasa para funcionar com duas funções nas amplas instalações ainda de pé. Nossa meta é que ali volte a funcionar o Ceasa Norte Fluminense e também uma Central do Programa Merenda Escolar da Prefeitura de Campos. Ocorre que devido as dimensões das instalações – são vários galpões dotados de armazéns, plataformas de embarque e desemparque, áreas para restaurante, lanchonete, alojamentos, banheiros, etc – e devido ao tempo no abandono estão precisando de reformas. Em função da crise econômica que afeta a arrecadação das Prefeituras, e em Campos não é diferente, o municipio não tem recursos para realizar obras de recuperação dos espaços de tamanha envergadura. Por isso, estamos buscando entendimento com os municípios da região, governo do Estado, e também com a iniciativa privada, para que atraves de uma PPP (parceria público privada,  para que possamos viabilizar este projeto”, detalhou Nildo Cardoso.

*Rep: Jualmir Delfino

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