Caio Vianna defende que prefeito de Campos reduza seu próprio salário em 30%

Após ser eleito vice-presidente da executiva regional do PDT na última quinta-feira (27), o ex-candidato à Prefeitura de Campos (RJ), Caio Vianna, disse que nas próximas horas o partido lançará uma campanha para redução de salários do prefeito da cidade, Rafael Diniz (PPS), e de secretários como parte do enfrentamento da falta de investimentos no município. A proposta é que o salário do prefeito, vice e secretários caiam 30%.

“Há uma crise latente, que afeta o comércio, que está desempregando a população, com falta de investimentos na saúde e educação. Diante desta situação é inconcebível que o prefeito mantenha um salário de R$ 18 mil e secretário ganhando R$ 10.500. A média salarial dos trabalhadores da iniciativa privada é de R$ 2 mil. Quem está no andar de cima precisa dá uma cota de sacrifício”, disse.

Recentemente, em Quissamã, a prefeita Fátima Pacheco adotou a redução de salários nos cargos comissionados. O corte foi de 20%.

Regional

Além disso, Caio Vianna foi eleito vice-presidente da executiva regional do PDT em eleição realizada na noite desta quinta-feira (27/04), na sede do partido, no Centro do Rio.

O encontro que reuniu o presidente da legenda, Carlos Lupi, que continuará presidindo o diretório regional e nacional, reuniu parlamentares e também confirmou o nome de Caio como coordenador da campanha presidencial de Ciro Gomes no Norte e Noroeste Fluminense.

“Esta indicação de Caio Vianna segue um projeto de renovação e oxigenação nos quadros dirigentes do PDT, uma linha que já era defendida pelo líder Leonel Brizola”, disse Lupi.

O nome de Caio Vianna foi acolhido por unanimidade na reunião da executiva.

“É um desafio que exige comprometimento e reponsabilidade com a bandeira do PDT. Estamos num momento histórico e delicado para o país, na vigência de um governo que massacra direitos de trabalhadores e da população de baixa renda. A tarefa será a defesa de um projeto que mude radicalmente o curso desta desconstrução do Brasil”, disse Caio.

*Redação com assessoria

 

 

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